A parte menos boa, que nem podemos dizer má, foi a comida. Havia em abundância, eram dois pratos, mas a confecção não era do agrado de todos. Para mim, que estou habituada a pouco sal estava salgada...
Antes do jantar as pessoas foram-se reunindo à volta de mesas redondas onde foram servidas as entradas. A mesa de jantar mais parecia a mesa de um casamento pelo tamanho e pela decoração: toalhas pretas com organzas rosa choque.
E o tempo passou e os primeiros começaram a sair com as crianças vencidas pelo cansaço. Os que não tinham crianças foram ficando e o relógio marcava para além das duas quando se apagaram as luzes da sala.
Pormenor: não foi a primeira vez que se apagaram as luzes da sala naquela noite. Foi pelo menos a quarta, pois durante a noite sempre que aumentavam à temperatura do aquecimento, havia corte de energia.
O assunto foi levado na brincadeira e aproveitamos para de todas as vezes ligar os displays dos telemovéis ( poucos são os que ainda fumam, logo poucos eram os isqueiros) e cantar os parabéns.
Nós somos assim mesmo, rentabilizamos os momentos e fazemos deles coisas boas, mesmo que tenham pouco para o ser.
A(s) mesa(s),

Adultos confraternizando...
Crianças brincando...
A parte menos boa, que não podemos considerar má ( é uma questão de gosto) foi a comida.
E o do próximo ano já está combinado...